O Caminho se faz caminhando

015

Ensaio sobre o início do alvissareiro curso de formação de pesquisadores em transfenomenologia

“Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
Caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace el camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar.”

Antonio Machado, poeta sevilhano.

Num frio e chuvoso final de semana do final de junho, cerca de trinta valentes e interessados mulheres e homens foram carinhosa e calorosamente recepcionados no Laboratório de Ensino à Distância (LED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), para o start da primeira turma do Curso de Formação de Pesquisadores em Transfenomenologia, iniciativa em parceria da Federação Espírita Catarinense (FEC) com a citada universidade.
Na condução animada, bem-humorada e afetuosa de Francisco Antônio Pereira Fialho, Prof. Dr., os participantes puderam conhecer os propósitos gerais do curso e o que se espera daqueles que, pioneiramente, pretendem desenvolver a pesquisa espírita sob bases metodológicas científicas, aproximando o Espiritismo da Ciência Acadêmica e, por conseguinte, com a própria Sociedade.
Foram dois dias repletos de muitas atividades, de digressões interessantes e de construção do pensamento (individual e coletivo). Um borbulhar e um efervescer de ideias que, certamente, irá gerar frutos para o Espiritismo, o Movimento Espírita, as instituições de que os inscritos no Curso participam e, individualmente, cada Espírito. O eventual cansaço, ao final das atividades, não é empecilho ou sinal de desânimo, muito pelo contrário, é a característica do esforço e da de dedicação pessoal de cada integrante, visto que a produção intelectual e a atividade de estudo envolvem destacado grau de transpiração.
Reconhece-se, assim, a grandeza do espaço que a FEC (em conjunto com a UFSC) estão disponibilizando “ao Mundo”, já que os produtos científicos que, lá à frente, estarão sendo compostos e apresentados, não ficarão adstritos aos contextos que o promovem ou aos ambientes que os participantes frequentam, ordinariamente, mas estarão sendo entregues aos homens e mulheres de nosso tempo, em face da amplitude dos meios de divulgação que permitimos antever. Destaque-se que a equipe de comunicação da FEC efetuou a cobertura jornalística e a gravação das atividades de hoje, de modo a guardá-las com especial carinho e com o referencial de fato histórico para o porvir.
Divisa-se, neste momento, um horizonte extremamente promissor para a Pesquisa (e a Ciência) Espírita, primeiro porque se tenciona ampliar o olhar para o exterior das casas e grupos espíritas, segundo pela perspectiva de oxigenação dos próprios ambientes institucionais, marcadamente qualificados como herméticos e pouco abertos ao “novo”, à fraterna e dialógica discussão de diferentes pontos de vista, não com a pretensão de afirmar VERDADES, mas para retomar o curso da própria sistemática de Allan Kardec, seja quando dialogava com os Espíritos, seja nas ações de difusão da doutrina nascente, em suas memoráveis viagens ou na troca de missivas com várias pessoas de diferentes partes do mundo, grande parte delas registrada nos volumes da Revue Spirite, para a posteridade.
Ali estavam muitos “curiosos”, se “coçando”… Sim, porque a curiosidade é a “mãe da sabedoria” (Rubem Alves, grande provocador, diria que “Curiosidade é uma coceira que dá nas ideias”). Os presentes se viram motivados pelo convite-proposta de FORMAR pesquisadores, num tempo em que a formação nas instituições espíritas se centra no conteúdo doutrinário (planos de curso, manuais, apostilas) ou na vivência da atividade mediúnica (formação teórica e educação e exercício das mediunidades). Não que devamos deixar de lado estes contextos. Não que devamos depreciá-los. Longe disso!
Como nos afastamos de Kardec… Como! E, por quê?
Ele, o visionário codificador e organizador dos sistemas espiritistas, já havia premonitoriamente (e dizem dele que não possuía mediunidades explícitas, vejam só!) apresentado que o Espiritismo passaria por “fases” (períodos, conforme a descrição objetiva do volume de dezembro de 1863[1]) e que cada um deles teria seu valor e utilidade, no descortinar das possibilidades criativas dos espíritas. Kardec apenas cometeu um erro (como assim? Kardec errou? – diriam os “puristas”, com ar de reprovação), quando tangenciou a previsão do tempo exato da superação de uma das fases (naquele momento, futuras) que o processo de desenvolvimento das ideias espíritas no planeta encamparia. E, justamente, o erro se dá em relação ao NOSSO MOMENTO, já que Rivail (seu conhecido nome de batismo), quando afirmou que, depois de suplantados os períodos decuriosidade, filosófico e de luta, nosso movimento estaria superando o religioso, alcançando ointermediário (único que não possui uma caracterização específica, no tocante à sua adjetivação mais precisa, o que, num sentido prático e vivencial, para aqueles que estão momentaneamente envolvidos nele, significa esse “fervilhar” de ideias no cadinho transformador), para desembocar no último, para o padrão de transição evolutiva imaginado como “objetivo” da vida encarnada, diante da proposta espírita para o mundo, circunstancialmente, qual seja o de regeneração social (que coincide com o postulado apresentado em “O livro dos espíritos” para a classificação da progressão dos mundos, qual seja o de PLANO (MUNDO) DE REGENERAÇÃO, logo imediato ao de PROVAS E EXPIAÇÕES. Kardec anteviu, naquele seu exercício anímico-mediúnico, lógico-racional e psíquico-criativo, que estaria a Humanidade. Kardec aguardava que este período estaria se materializando a partir de 1901 (“O sexto e último período será o da renovação social, que abrirá a era do século vinte”, teria ele escrito).
Como bem pontuou Fialho na aula de abertura, Kardec não contava com o egoísmo humano que produziu as duas Grandes Guerras (1914-1918 e 1939-1945), as quais solaparam a perspectiva de avanços efetivos e a construção em curso das novas sociedades, pela sequencialidade das correntes filosófico-científicas (muito bem apresentadas na “árvore epistemo-genealógica da mitohermenêutica”[2]), atrasando consideravelmente o percurso socioevolutivo (os doze anos de belicismo podem ter representado a multiplicação por dez, totalizando 120, num exercício projecional nosso, o que importa prever que a “transição” intermédia entre o religioso e o de regeneração social deva estar se completando em 2065[3]).
O fato é que os dias atuais permitem a CONTESTAÇÃO das práticas e das posturas até então tradicionais das lideranças espíritas.
Há, destacadamente, em muitas das agremiações espiritistas, notadamente a partir do ano 2000, qualificadas vozes se manifestando no sentido da diminuição do gabarito religioso na definição das relações e das ações e labores dos centros, para adoção de comportamentos mais abertos à cientificidade e ao estudo sem lastro religioso (com, em paralelo, o absoluto respeito e a alteridade em relação àqueles companheiros que enxergam a proeminência do “caráter religioso” no contexto doutrinário). Para exemplificar com as próprias expressões do Codificador, temos: “O Espiritismo, nós o sabemos, é a grande alavanca do progresso em todas as coisas; ele marca uma era de renovação. Saibamos, pois, esperar, e não pecamos a uma época mais do que ela pode dar”.
Num dos diálogos das aulas deste final de semana, Mario S.Thiago, vice presidente de Cultura e Ciência da FEC ressaltou a distinção, no que tange à origem etimológica da palavra religião (religio,religare, relegere), o que, de certo modo, guarda grande relação com o debate que Rivail apresenta no volume de dezembro de 1868 da Revue Spirite (sempre ela, a Revista, como o grande laboratório de produção dos debates complementares à teoria espiritista!), no célebre discurso proferido por ocasião da Sessão Anual Comemorativa dos Mortos”[4].
Lembremos a distinção posta por Kardec: “[... ] com efeito, a palavra religião quer dizer laço; uma religião, em sua acepção ampla e verdadeira, é um laço que religa os homens numa comunhão de sentimentos, de princípios e de crenças; consecutivamente, esse nome foi dado a esses mesmos princípios codificados e formulados em dogmas ou artigos de fé”. E, mais: “Por que, pois, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Pela razão de que não há senão uma palavra para expressar duas ideias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; que ela desperta exclusivamente uma ideia de forma, e que o Espiritismo não a tem. Se o Espiritismo se dissesse religião, o público não veria nele senão uma nova edição, uma variante, querendo-se, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com um cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das ideias de misticismo, e dos abusos contra os quais a opinião frequentemente é levantada”. Para concluir, peremptoriamente: “O Espiritismo, não tendo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não se poderia, nem deveria se ornar de um título sobre o valor do qual, inevitavelmente, seria desprezado; eis porque ele se diz simplesmente: doutrina filosófica e moral”.
Como a opção mais simples foi a de repetir condicionantes e qualificantes de posturas pararreligiosas (ou, até, religiosas, senão na definição de hierarquia sacerdotal, mas pela adoção e multiplicação de cultos e rituais, ainda que peculiares a cada agrupamento e sem espírito de sistema, apesar das orientações federativas mais ou menos uniformes, pós-pacto áureo), a profecia kardequiana se cumpriu e a religião foi, até o presente, proeminente e marcantemente influenciadora.
Quase que unanimemente os participantes deste primeiro módulo, ora encerrado, do Curso, levantaram suas vozes para propugnar um “novo momento” para o movimento espírita, as casas espíritas e os próprios espíritas. Um momento autorreflexivo e, ao mesmo tempo, endereçado aos ambientes externos, primeiramente os próprios grupos dentro das instituições e elas mesmas, qualificado pela abertura de espaços democráticos de AMPLA discussão dos conceitos espíritas – estabelecendo o novo paradigma (já aventado por Kardec na célebre orientação de que o Espiritismo não poderia se dogmatizar e se encastelar na permanência indefinida dos conceitos preliminares históricos, contidos na Codificação, sob pena de superação, dele, o Espiritismo, em face dos progressos científicos da Humanidade terrena: “Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qual quer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará”[5]).
Fialho bem pontuou a necessidade de desdogmatização do conceito de VERDADE, que seria o postulado que serve durante algum tempo, mas não permanentemente. A Ciência, assim, desnuda dadas situações, prescrevendo enunciados a partir da experimentação e concebendo verdades momentâneas, voláteis, mutáveis, já que, logo à frente, com mais ou menos tempo decorrido, tais verdades serão contestadas por novos pesquisadores, refutadas e esquecidas, pela própria superação em face de novos postulados, axiomas, conceitos e VERDADES. Em dado momento, em sua fala: “Pesquisador Espírita é alguém que se libertou da religião do dogma, das verdades preestabelecidas”. Não é isso mesmo o que queremos?
A Ciência (Espírita, também) deve sempre simbolizar a mente aberta para o novo, na busca da essência das coisas, proporcional ao avanço das ideias que é sempre progressivo (Lei Universal do Progresso[6], já acentuada pelos Espíritos Superiores), como afiança o próprio Rivail, em destacado e apropriado comentário ao item 781, a da obra fundamental: “Sendo o progresso uma condição da natureza humana, não está no poder do homem opor-se-lhe. É uma força viva, cuja ação pode ser retardada, porém não anulada, por leis humanas más” (grifo do original).
A postura do cientista (espírita), portanto, deve ser a de encarar, de frente, a verdade (parecemos ouvir Kardec quando prelecionou “fé inabalável só o é a que pode encarar a razão, frente a frente, em todas as épocas da Humanidade”[7], não é mesmo?), mas com a ética que se espera dos espíritas, ou seja, uma pesquisa ética, voltada para o Bem da Sociedade, a partir da divulgação dos resultados das pesquisas, que espera-se possam alcançar toda a comunidade terrena. Os critérios para o desenvolvimento destas pesquisas já nos foram apresentados pelo Codificador: bom senso, universalidade e utilidade, parafraseando os três crivos de Sócrates (bondade, verdade e utilidade).
Talvez seja o momento de concepção do chamado NeoEspiritismo (como já tivemos o NeoPositivismo, no âmbito da história da ciência e do pensamento humano), não no sentido da mera criação, orgulhosa e vaidosa, de um “novo movimento”, mas da revisão da própria trajetória que o movimento (humano) criado em torno da Filosofia (ou Doutrina) Espírita percorreu até os dias presentes. Desvinculá-lo da ideia de “verdade absoluta”, a arrogância que afasta todo o potencial criativo e evolutivo das ideias e das ações humanas, permitindo entender que a Codificação (e a palavra “dos Espíritos” a Kardec, nos doze anos de efetivo trabalho organizador e compositivo de Rivail) teve o escopo de abrir uma janela que precisa ser o acesso a NOVOS CONCEITOS, à progressividade das informações originais, não necessariamente por “novas revelações”, mas pela adoção de três elementos básicos que serão caracterizadores do trabalho (de todos os interessados) na Pesquisa Espírita: CONSISTÊNCIA, COERÊNCIA e ABRANGÊNCIA.
Ficar adstrito, apenas, ao conteúdo – embora extenso e louvável das pesquisas iniciais de Rivail – ou adotar apenas a eleição de “dados Espíritos” (por suas eminentes e reconhecidas assinaturas) ou “dados médiuns” (tidos como oficiais, dada a respeitabilidade que possuem nas ambiências espíritas, pelos labores realizados e pela posição que ocupam em agremiações que dirigem o movimento), é restringir perigosa e minimamente o trabalho de construção da Ciência dos Espíritos.
Se a velha máxima bíblica, repetida nos Evangelhos de Jesus de Nazaré (ao menos os “oficiais”, declarados assim pela Igreja de Roma, não obstante a existência de outras dezenas de relatos sobre os feitos e as pregações daquele homem) nos aponta que “o vento [o espírito] sopra onde quer” (Ezequiel: 37:9 e João: 3;8), precisamos afastar as posturas de intolerância e aparente superioridade para permitir a constância da análise das novas comunicações e a estruturação de métodos (e trabalhos) de pesquisa que possam validar as novas “revelações” e agregá-las ao edifício kardequiano. E isto significa, peremptoriamente, não discriminar, atuar com prevenção ou preconceito em relação a Espíritos e médiuns – postura, aliás, bem comum nas agremiações espiritistas de hoje, havendo os que, conhecendo pouco ou parcialmente das produções literárias de dados autores, se opõem sistematicamente a elas e afastam qualquer perspectiva de avaliação e aproveitamento de conceitos – até mesmo repelindo o critério apontado como formulador da seleção de mensagens adotado por Kardec, o do “consenso universal dos ensinos dos espíritos (CUEE)”. Nem se segue o CUEE nem se apresenta outro critério de validação das mensagens, além do já citado “critério de autoridade da origem”, um separatismo perigoso que nada atende as premissas estabelecidas para a Ciência Espírita de Kardec.
Chegou a hora de construção de novos modelos de pesquisa e de atuação no meio espírita (e na Sociedade). Não há mais tempo a perder! Que os Espíritos Amigos nos ajudem nesse intento, na continuidade do intercâmbio e das parcerias que consolidam a progressividade dos conceitos e das instituições no curso dos séculos.
Permitimo-nos transcrever mensagem recebida, de um dos participantes, num escorço quase-poético, que assim se expressou:

“Quero dizer poucas palavras. Fruto do processo eu vivi neste fim de semana.
Percebi, dentro do meu peito, um momento histórico.
Enfim, uma iniciativa para colocar o espiritismo em seu verdadeiro lugar. Tão importante, como iniciativa da FEC e seus abnegados inovadores.
Mario, dando seu suporte e apoio sereno com um grande saber em todas as suas colocações.
Marcelo, um espírito inquieto que nunca desistiu desta bandeira de inovação.
Francisco Fialho, que nos deu o privilegio de beber em sua fonte de sabedoria inesgotável .
Tanto aprendizado. Tanta emoção.
Não são palavras para nos afogarmos. Mas o reconhecimento humilde do que se passou em meu peito.
Um novo tempo nasceu.
Não teremos mais que nos esconder.
Não teremos mais que esconder nossas opiniões.
Não teremos mais que nos conformarmos com um “é assim mesmo”.
Podemos sim conversar com os “quatro cantos do mundo”
Sim foi devolvida a nossa voz. Nossa vontade de avançar, mesmo sabendo que a luta só esta começando, e muitos tentarão nos atrasar.
Mas agora, a cada etapa seremos muitos. Muitos corações sedentos de saber a multiplicar esta boa nova.
Com afeto,
Manoel.”

Sim, o NEOPE e o Curso de Formação de Pesquisadores em Transfenomenologia é um permanente ambiente para a EMOÇÃO. Emoção traduzida na fala do Manoel (Neco), que é a imagem perfeita daquilo que começamos a vivenciar e a construir – lembrando de Jung, para quem “a alma fala por imagens”.
O certo é que os “os dados estão lançados” a partir da presença e da efetiva participação na construção coletiva do pensamento do Curso, aquele que comungaram e comungam do ideal de um necessário “Espiritismo Diferente”, mais dinâmico, menos atávico, porquanto censurador e aprisionador da criatividade dos Espíritos-espíritas. Sempre no sabor do pão compartilhado…
Nada pode ser melhor do que este momento. Humberto de Campos o diria: “O melhor tesouro é o minuto que passa”. E são muitos os sequenciais minutos…
Herculano (Pires), Hernani (Guimarães Andrade), Hermínio (Corrêa de Miranda) e Humberto (de Campos), nossos quatro “Hs” inspiradores, e Eurípedes (Barsanulfo) nos acompanham nesta epopeia. Que sejamos dignos deles!

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[1] Para acessar o texto completo, < http://www.espirito.org.br/portal/download/pdf/revista-espirita-1863.pdf>, acesso em 30 de junho de 2013, 17h00.
[2] Disponível em <http://www.marculus.net/diagramas%20didaticos/arvore_mitoherm_filosofia.pdf> Acesso em 30 de junho de 2013, 17h30.
[3] Esse exercício é projecional. Entendemos, particularmente, que estamos BEM DENTRO do momento “de transição”, posto que o comportamento marcantemente religioso dos espíritas (e a feição religiosa ou igrejeira) das instituições espíritas vem se alterando significativamente, com a busca das pessoas seja pela conformação não-religiosa nas atividades e institucionalmente, seja pela presença mais efetiva nos núcleos sociais extramuros dos centros espíritas, com projetos sociais relevantes e participação em movimentos laicos).
[4] Para conhecer todo o discurso: < http://www.espirito.org.br/portal/download/pdf/revista-espirita-1868.pdf>, acesso em 30 de junho de 2013, 17h12.
[5] Texto contido em “A Gênese”, cap. 1, item 55, in fine.
[6] Vide todo o contexto apresentado no cap. VI, da terceira parte de “O livro dos espíritos”, itens 776 e seguintes.
[7] “O evangelho segundo o espiritismo”, cap. XIX, item 7.